SERRA FINA - Os Bigs: Big Biker + a Big Travessia da Serra Fina.
Bom, a idéia de fazer essa travessia não é nova, três coisas aconteceram para sair do papel, primeiro a imagem na revista do Caloi Adventure Camp que recebi, ela me fez babar ao pé da letra; segundo o falecimento do Vitor Negrete e a promessa que iria fazer uma homenagem para ele lá; e a terceira o Big Biker, vamos então começar por ele.
Sábado dia 15/7 sai de Campinas coloquei a bike no ônibus rumo a São José dos Campos para pegar outro lá rumo a Itanhandu-MG, finalmente depois de 8 horas cheguei em meu destino e logo encontrei meu grande amigo Zé onde fiquei hospedado em sua casa, conheci tuas irmãs, que foram muito hospitaleira, devo agradecer publicamente aqui... Fui a tenda do Big, peguei meu numeral e logo começou as pergunta "pra onde ce vai?", bom isso já estava acontecendo desde Campinas, eu com uma bike e uma mochila de 50L gigante com barraca e isolante térmico, também não era de menos, e rolou muito papo com o pessoal que estava lá na praça central de Itanhandu, até o Sr. Arnaldo que escreve no Amigos da Bike virou para mim e perguntou se eu tinha subido a serra pedalando, quem me dera, tinha que poupar as energias, ate subiria mas em outra oportunidade. Conversei muito, fiz muitas amizades em Itanhandu, e vi que eles vão para a Pedra da Mina com freqüência, fiquei super animado com a conversa, porém no outro dia era a competição e tinha que dormir...
Logo no outro dia (16/7) larguei as 8 hrs na Categoria Pro Expert eu e mais meu amigo Felipe Casella da Pro Junior, bom estava frio e bota frio nisso no meio da prova não estava sentindo as pontas de meus pés e os dedos da mão até um trecho da prova estava com uma neblina que dava para cortar com faca, mas foi indo e os 96km não acabavam nunca que tortura... Logo chegando em Virgínia, uma cidade vizinha, um corredor formado pela população na rua principal me emociono, o pessoal gritando "vai, vai..." e "parabéns, é isso ai" deu um banho de energia positiva para terminar os últimos 20km, nunca tinha sido recebido tão bem em uma competição, fico muito grato por todos que foram lá acompanhar a gente naquele sol de lasca o coco... Finalmente a tortura acabou logo na chegada o Gonga (organizador do Big) me cumprimentou, mantive minha média, não quis forçar por causa da travessia, não sábia ao certo o que me esperava, fiz 23km/h de média em 4:10 min os 96Km e acabei ficando em 11º colocado, foi bom... Mas a melhor parte da história foi essa: o locutor do Big Biker (que trampa no Adventure Camp também) diz que quem falasse qual era a altura da Pedra da Mina iria ganhas uma camiseta de ciclismo, e claro gritei, pulei, estava na ponta da língua depois de quase 1 mês lendo, vendo mapas, etc não podia errar, no final isso rendeu uma entrevista de 10 mim falei sobre a travessia para todos... Há e o Zé, sim, o Zé o turbinado ficou em 2º da Sport Elite Masculino e o Casella em 4º na Elite Junior, Parabéns!!! Encontrei também os meus amigos de Campinas Felipe Bergo que sempre me acompanhou nas competições e o Satoshi... Depois da prova ainda rolou mais papo com o pessoal da city, e depois fui dormir, finalmente.
Dia (17/7) começou a partida, segui rumo para Passa-Quatro deu 25km acompanhando a linha de trem pedal muito gostoso, chegando lá fui na secretaria de turismo, acabei falando com o prefeito sem querer e peguei monte de folders, rodei a tarde toda a região, localizei a estrada da saída do Itaguaré (próxima aventura), pousadas e por ai vai, e anoiteceu, estava esperando Luciano e Manaus na rodoviária de Passa-Quatro, e o frio começou a aperta e quase 11 hrs da noite chegam, ufa!!! E agora onde vamos dormir, tudo em Passa-Quatro é caro (por ser cidade turística), tentamos achar um lugar free, porém não encontramos, o jeito foi apelar, o Manaus foi nana junto com o policial mineiro, ele não se encantou com o cacete ops cacetete dele eheheh, porém eu tinha um problema, tinha que deixar a bike e algumas outras coisas em um local confiável para pegar na volta, geralmente todos os hotéis oferecem esse "serviço", pois bem acabei parando no Serra Azul de frente para estação ferroviária (lá também tem uma Maria Fumaça igual a de Campinas, devo lembrar que nessa região foi palco das revoluções de 30 e 32, sou vidrado pela de 32, região com muita historia, luta e mortes, na época a ferrovia era uma importante ligação entre MG/SP por isso ser um local de ocupação de tropas) e como encontrei gente de Campinas por lá desde a dona do hotel ate 3 pessoas que encontrei na travessia... Dormimos, mais ou menos, fui quase 3 da madruga depois de acertar a minha bagagem e do Luciano.
Pois bem, dia (18/7) acordamos, tomamos café, fizemos as compras para os 4 dias e me despedi da minha Judy (minha bike!!!) como cortou o coração, porem tinha que ir antes de sair falei para o pessoal do hotel cuida muito bem dela, e seguimos.... Colocamos literalmente o pé na estrada 10 hrs rumo a Toca do Lobo foram aproximadamente 12 km de caminhada e de subida em estradão de terra, chegamos lá eram quase 13 hrs, conversamos com a simpática família do sítio e continuamos a caminhada, passamos pela Gruta da Toca do Lobo e começou!!! Escalada de um morro depois entramos no mato e só subindo, subindo... Até chegarmos em um local que abriu o visual, nesse ponto tinha 2 opções e eu resolvi ir pela que não estava aberto, sabe aquela vontade de explorar o desconhecido, há mas tenho que lembrar do ocorrido pela decisão, formigas, sim, elas estavam escaldo o Luciano e desesperado sumimos logo de lá porque até a mim elas estavam subindo, e fomos caminhando dentro da mata fechada e de pois de uma longa caminhada dentro da mata fechada chegamos em um precipício!!! Cadê o caminho?!?! A chuva tinha levado ele embora, desmoronou o barranco e fez um puta buraco, e ai, bom eai o jeito foi retornar até um acampamento no meio desse caminho, acampamos lá e foi nossa primeira noite no pé da Serra Fina a 1.700m... Jantamos, arrumamos as coisa e fomos dormir cantando quase a noite inteira, sorte que a onça não apareceu para cantar com a gente na barraca huhuhu...
Dia 19/7, hoje sim, agora iremos pelo caminho certo, quer dizer esse estava certo só que precisava de um facão para abrir uma picada no mato afim continuar subindo, mas como não tinha resolvemos abandona essa caminho árduo, resolvemos ir pelo caminho convencional, arrumamos as coisas, sequei a barraca que estava muito molhada por causa do orvalho, e que frio úmido de rachar os ossos, e seguimos caminho, subindo, subindo, paramos para pegar água e continuamos subindo ate atingir 2.000m depois descemos huhuhuh descemos que desespero, andamos pela crista (note: no caminho inteiro vamos estar andando na divisa SP/MG) e depois a subida que não acaba mais até o topo do Capim Amarelo a quase 2.500m tiramos fotos lá em cima e prosseguimos caminho até um acampamento que tinha umas 3 hrs depois de caminhada, acampamos lá esse dia para reduzirmos uma parte do trajeto, paramos em um mar de bambus que nem o vento que estava lá fora conseguia penetrar... Mas eai como foi o caminho, bom nesse dia enfrentamos capim-anta maiores que a gente, bambuzinhos que nós ficávamos sempre enroscado, que desespero, picadas estreitas dentro de matas e algumas escaladas em rochas, algumas perigosas por sinal com precipio do lado, muito perigoso... E a vista, bom, veja as fotos, simplesmente são magnificas e indiscritíveis, o visual é fora do comum inclusive a diferença da cor do ar sujo no Vale do Paraíba e limpo no sul de minas, como a gente respira isso?!?!?! Há, comprovamos visualmente que a terra é realmente redonda, dava para ver um pedaço da circunferência no horizonte...
Dia 20/7 o grande dia da subida na Pedra da Mina... Sim... Acordamos todos felizes hoje é o grande dia, e que dia, andamos, andamos, sobe, desce, sobe, desce, bambus malditos, escaladas em rochedos, caminhada em crista de serras rochosas com precipícios dos dois lados até chegar a um ponto de água, e cadê a água? Como estava esperando, sem chuva a mais de 70 dias não iria ter água nesse ponto da travessia porem estava contando apenas com a nascente do rio Claro que vai para SP e do rio Verde que vai para MG uma antes e outra depois da Pedra da Mina, pois bem, nesse ponto da caminhada quase 7 hrs caminhando, estávamos no "Empty" porem mais 2 hrs e água!!! Chegamos na nascente do rio Claro a nascente estava pouco volumosa mas ainda tinha água para bebe e lotar minhas 4 caramanholas de 750 ml. Carregados novamente agora a jurupoca vai pia!!! Começamos a subir a Pedra da Mina, e que subida, quase 1 hr de subida bem íngreme em alguns trechos, e o vento, que vento frio e o final de tarde chegando, e nós estávamos chegando... Chegamos!!! Eu logo fui ver se estávamos no pico certo, cadê o marco da USP?!?! Achei e ufa, brincadeirinha, não iria errar, cheio de mapa e bússola mas é porque neste vale do rio Claro tem 2 morros um eles dizem que é a Pedra da Mina falsa então cuidado!!! E o sol estava se pondo, armamos a barraca (sem dupla interpretação, por favor ehehehe) em um local protegido, o frio estava apertando e a ventania ficando mais forte, nem dava para ficar em pé, fiquei muito emocionado, realmente, eu consegui chegar onde tinha planejado, e mais, estava fazendo a travessia mais difícil e estava ao vivo vendo com meu proprios olhos aquela paisagem que não sai mais de minha cabeça. O esforço físico de subir os morros com 10 kg nas costas, sim, consegui chegar a 2.798,4m e como a frase de Goethe, eu cheguei lá e vi mais longe ainda, vi o Agulhas Negras, o Prateleiras, a Serra da Bocaina, vi no meus sonhos o pico das Bandeiras, o Aconcágua e o Evereste!!! Porque não sonhar... Fui dormir, ou melhor tentar dormir até que um barulho na varanda da barraca fez me acordar, eram os "Tuk-Tuks" ratinho do mato que vivem nos morros de lá, eles estavam tentando roer um saquinho com embalagens de comidas (nosso lixo) abri a barraca e os bixinhos estavam lá, realmente eles existem, e depois de coloca o lixo para dentro comecei a sofre o mal dos "Tuk-Tuks" a noite inteira, como tinha acabado de comprar minha barraca, lembrei logo nos relatos que diziam que os bichinhos roem barracas e sobem nelas, bom, juntem os Tuk-Tuks mais o vento que não parava se sacudir a barraca em um lugar que se o bicho-papão aparecer ninguém vai tá por perto, vixi ehehehhe eu pensava: "esses bichos estão cima da minha barraca e vão roer para entrar aqui dentro". Acho que a falta de oxigênio não fez muito bem eheheh, tocando nesse assunto, não sentimos muito não, apesar de ser a região que começa a decrescer a concentração de oxigênio. Voltando, depois de ficar pensando horas e horas dormi de cansado...
E acordamos, era dia 21/7 a 2.798,4m, sim, nem a pousada mais alta do Brasil a 2.400m, a Alsene no Parque do Itatiaia chega aos pés de acampar sem água, banheiro, comida, colchão e cobertor eheheheh que frioooooo, que vista, realmente você para e escuta o vento falar contigo, o silêncio quando o vento para é algo impressionante, que lugar é esse?!?! Como diria uma amiga minha "é sinistro", bom tínhamos que ir embora, enrolei o máximo que pude e saímos de lá as 10 hrs, muito tarde, mas precisava ficar o máximo possível apreciando a vista e pensando... Bom depois de começarmos a fechar tudo despedimos também de nosso amigo Manaus que bravamente acompanhou conosco, ele pegou um atalho para voltar a Passa-Quatro pelo Paiolinho, sim, tem um caminho mais curto, ele decidiu não continuar pois ainda tinha metade do caminho e um pouco mais puxado agora e estava sentindo dor no joelho (acho que foi desculpa para dormir com o policial eheheh e depois falam de campineiro)... Despedimos do Manaus, despedimos da Pedra da Mina, lá em cima fica escrito no livro os agradecimentos, os pensamentos, está registrado lá uma parte de mim, lá em cima, e começamos a descer e que descida, dava para ir rolando que chegava antes, super inclinada e assim demos rumo ao Pico dos 3 Estados, entramos no mar de capim-anta novamente, e que altura, enchemos nossas garrafas com água, pois agora só teríamos no final da travessia, continuamos e tive um pequeno problema de navegação no vale, tinha que subir o morro, mas por onde, rodando, rodando e de longe avistamos um totem, é lá! E começamos a subir novamente lá de cima vimos que estava vindo 2 aventureiros, porém continuamos andando até que paramos em um trecho, tive que fazer um pipistop e os 2 nós alcançaram, estava em ataque fazendo a serra fina em 1 dia, pois bem conversamos com eles falaram que eram de Campinas e despedimos já que a jornada deles iria ser mais longa, porém só depois quando cheguei em casa que meu amigo Giuliano falou "você encontrou com o Decio", eu havia trocado e-mails com o Decio semanas antes perguntando sobre a Serra Fina, porém não sabia que ele iria fazer nesse período... Seguimos então, aqui o caminho é bem mais fechado, a navegação mais difícil, os bambus muito mais freqüentes e chatos, nunca fiquei tão enroscado em minha vida e os sobes e desces são mais freqüentes, como a caminhada se da muito por rochas soltas e trechos de descida escorregadios isso faz com que a gente que era um caminhão baú (por ter 10 kg de peso nas costas) ter que ir um pouco mais devagar para não leva um capote, isso não quer dizer que não levamos alguns sustos, mas foi indo, novamente passamos por crista bem finas, que medo, se batesse um vento forte tinha voado para o precipício, e o final da tarde já chegava, às 6 hrs chegamos do lado do marco da divisa dos 3 estados, realmente ele existe, pois bem armamos a barraca o mais rápido possível pois estava ventando muito e o frio estava piorando, jantamos, conversamos, conseguimos usar o celular e avisar que estávamos vivos e dormimos... Nunca dormi tão bem em minha vida huhuhu agora estamos a 2.500m e do outro lado estava o Agulhas Negra, na minha frente... De inicio a idéia era dar um pulo no Agulhas depois da descida, mas tivemos alguns contra tempos, pois deveríamos ter iniciado a travessia na segunda-feira, porém atrasos na entra do material da Curtlo, enrolação de professor da Unicamp atrapalhando a vida de nossos amigos Luciano e Manaus...
Dia 22/7 - O Último dia, a despedida, acordamos cedo, tiramos algumas fotos e fomos embora, descemos, subimos, mesmo ritmo do dia anterior, porém agora descendo mais, no meio do caminho encontramos um grupo de 3 pessoas de Itajuba que estavam fazendo a travessia ao contrario, valeu o papo e espero ter dado tudo certo para vocês também, continuamos, atras de mim estava lá o pico dos 3 estados cada vez mais longe e a bandeira que foi colocada lá em cima pelos expedicionários Grupo Terra estava cada vez menor até sumir e quando ela sumiu dos meus olhos eu parei sentei e fiz mais uma de minhas longas reflexões ao som da brisa, estava acabando, tinha conseguido, na minha frente a descida da última crista de serra, e descemos... Tinha algumas subidas também, mas poucas, e no final entramos no meio da mata, estávamos retornando a altitude de 1.700m, atingimos a pousada do Pierre, que está abandonada, e já entravamos a 1.500m logo em seguida chegamos a sede da fazenda e mais 3 hrs de caminhada estávamos na civilização novamente, na rodovia que vai para Itamonte-MG... Concluído a Serra Fina!!! Bom e dai... E dai que a gente precisava ir para Passa-Quatro, fomos descendo a rodovia caminhando até que me para um carro do nada e dizem "eai como vai" eu que tava mais para lá do que para cá demoro para cai a ficha eheheh, meus amigos da FEAGRI, o Antoniane do Grupo de Escalada da Unicamp e da Grade6 com sua respectiva Sra. mais o Irmão dele e sua amiga, que estavam no Itatiaia escalando, conseguimos então uma carona que caiu do céu ate Capivari para depois pega um Buzão para Passa-Quatro... Chegamos em Passa-Quatro e surpresa, não iria ter mais ônibus para Sampa e nem São José dos Campos, conclusão tivemos que comprar as passagem do domingo de manhã e neste momento acabei perdendo a competição do Endurance em Morungaba, a Final, quero pedir desculpas ao grande amigo Sandro que organiza as provas lá, e que prova foi pelo visto, infelizmente não faltou vontade de participar, estava bem até não estava cansado, porém me pegou essa de não ter ônibus... Bom fomos para o hotel fui logo ver minha Judy, ela estava bem até que não ficou brava comigo huhuhuh, e a fome começou a chegar, fomos para um primeiro tempo um x-tudo e para fecha o buraco que sobro uma pizza ummmmm, foi muito bom, também era hora de repor os líquidos, estava uns 3 kg mais magro, e lá vai água quase a noite inteira, e fomos dormir finalmente em uma cama depois de quase 1 semana dormindo no chão ehehehe....
Dia 23/7 O retorno, voltamos para Campinas, foi a tortura das 8 hrs de viagem e nesse meio tempo o pessoal ligando para a gente perguntando "tão vivos" sim... Porém acho que esqueci a cabeça lá em cima... E finalmente às 16 hrs estávamos de volta a rotina...
Bom é isso, muito mato, bichos estranhos que só em altitudes elevadas eles vivem, andorinhas que não paravam de nos acompanhar no caminho dando as piruetas e mortais no céu, muita caminhada e dificuldade de montanhismo, frio de -5ºC, precipícios e visual sem comparação, e um desafio concluído, espero que agora seja o começo de uma longa jornada no montanhismo & Bike os dois andando juntos um complementando o outro...
Abraços a todos que ficaram preocupados conosco!!! São vocês que com certeza são nossos amigos...
Agradecimentos especiais:
Pais e Familiares
Zé e suas Irmãs de Itanhandu
Povo de Itanhandu e Virgínia
Carlos e Giuliano pelas dicas valiosas
Sandro do Endurance Bike
E claro aos Bandeirantes Luciano e Manaus pela empreitada!!!
E a todos os Bikes amigos e Conhecidos tanto do Big como dos passeios por ai...
Valeus e até a próxima aventura!!!
Aguardem, agora em ataque, essa travessia em 1 dia!!!
Rafael da Silva Nunes :-)
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Mais Sobre: Passa-Quatro/MG
Cidade que faz parte do Roteiro da Estrada Real, está a 970m de altitude entre Cruzeiro/SP e Itanhandu/MG, possui varias elevações como a Serra Fina (Pedra da Mina 2.797m Três Estados 2.665m e Capim Amarelo 2.491m) além do pico Itagaré (2.308m), 370km de estradas rurais com trilhas para trekking, passeios de 4x4 além de Bike. Cidade histórica onde foi palco da Revolução de 30 e 32 cortada com uma importante Ferrovia de ligação SP/MG da época hoje com passeio de Maria Fumaça. Estancia Hidro-Mineral do Circuito das Águas Mineiro, com varias fontes espalhadas pela cidade. Possui uma reserva florestal do Ibama, Pesca de Trutas, Cachoeiras, e muito mais... Acesse www.passaquatro.com.br
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Cidade pertencente a Estrada Real e cortada pela famosa ferrovia SP/MG conta com trabalhos artísticos em croché, abrolhos, queijos, alem de doces. Aventura no Rio Verde, Cachoeiras, passeios de 4x4, cavalgadas com a associação clube do Cavalo na serra do condado, alto das posses e em outras trilhas; enduros a pé, trilhas com jeep; poços naturais de água, boia-cross, trekking. montanhismo, ciclismo, vôo livre e muito mais... Secretaria de Turismo (35) 3361-2000